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Guia de Apoio ao Investidor da Região de Turismo do Baixo Alentejo Planície Dourada

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Região de Turismo do Baixo Alentejo Planície Dourada

May 18, 2004

A ideia de editar o Guia de Apoio ao Investidor da Região de Turismo do Baixo Alentejo Planície Dourada, surge no âmbito da criação do Gabinete de Apoio ao Investidor.
Hoje em dia quem pretenda desenvolver um projecto, até chegar à fase da sua concretização física, muitas são as etapas por que tem que passar. De entre ovastíssimo leque de legislação até às burocracias de papéis e consultas, não é muito difícil perdermo-nos.

Primeiro, porque nos disseram que se fazia assim, depois porque já era de outra maneira, enfim, um rol de dores de cabeça, de que é difícil desenvencilharmo-nos.
O que se pensou aquando da criação do Guia de Apoio ao Investidor da Região de Turismo do Baixo Alentejo Planície Dourada foi exactamente “tentar” sistematizar informação dispersa e avulsa sobre tudo aquilo que possa respeitar ao desenvolvimento de um projecto no sector do turismo, ou pelo menos saber onde a encontrar. O objectivo principal é o de poder orientar quem pretenda investir neste sector na nossa região, acedendo a informação que considerámos mais importante em termos de infra-estruturas e potencialidades de cada concelho, permitindo uma consulta mais simples.
A metodologia adoptada para a recolha de informação sobre cada concelho consistiu no envio de “Fichas de Levantamento do Potencial Turístico” realizadas pela Região de Turismo, e posterior entrevista com os responsáveis (e/ou técnicos
por eles indicados) pelo sector do Turismo em cada Câmara Municipal.
É natural que possa existir um ou outro aspecto não referido no Guia. Para os casos
particulares e que exigem uma análise mais cuidada, sugerimos uma consulta ao Gabinete de Apoio ao Investidor.
Tendo em conta o carácter provisório de alguma informação aqui disponibilizada, optámos por um formato em dossier, permitindo desta forma actualizações periódicas sempre que tal se justifique.
Para que possamos estar constantemente a acompanhar o desenvolvimento dos projectos da região, é importante que o investidor contacte a Região de Turismo da Planície Dourada e nos dê conhecimento das suas intenções, do seu projecto ou mesmo da sua empresa. Com esta informação torna-se mais fácil apoiar a promoção da sua iniciativa e desta forma prestar um melhor serviço, quer aos investidores/empresários quer aos turistas que nos procuram.

Turismo Baixo Alentejo

O Guia divide-se em duas partes:

› A primeira com informações genéricas sobre que tipo de empresa constituir, como constituir e os passos a dar, os tipos de empreendimentos turísticos que existem bem como o seu enquadramento legal e por fim os sistemas de incentivos às
empresas, no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio.
› A segunda parte do Guia reune informações específicas sobre cada concelho que integra a Região de Turismo da Planície Dourada, sempre na perspectiva do Investidor.

Assim, a título de enquadramento, para cada concelho fazemos uma pequena contextualização com recurso a informação estatística (área do concelho, freguesias, população activa por sector de actividade, centros de saúde, farmácias, principais
redes viárias, entre outras).
Considerámos as principais actividades que se desenvolvem na área do artesanato, agro-alimentar e animação.
Por se tratar do sector do turismo, caracterizámos a oferta de alojamento existente, quanto ao número de unidades, capacidade, tipo de classificação e ainda alojamento em construção.
Pela enorme variedade e número de restaurantes que existem em cada concelho, estes não aparecem discriminados. O que podemos afirmar é que existem em todos os concelhos e que para informações mais detalhadas sobre cada um, justifica-se uma consulta ao Posto de Turismo ou à Região de Turismo (www.rt-planiciedourada.pt).

Existem também na região empresas especializadas em serviços de catering e organização de eventos, bem como algumas empresas de animação turística que organizam actividades desportivas, passeios e outras. Para mais informações sugerimos de novo o contacto com o Posto de Turismo/Região de Turismo.
Um aspecto de grande importância pelo afluxo de “turistas” que pode gerar em torno das nossas aldeias, vilas e cidades, tem a ver com eventos de carácter local, regional ou nacional:

› Em cada concelho estão identificadas as Feiras mais importantes, quando acontecem e a sua duração;

› No que respeita a Eventos Desportivos, uns por serem pontuais outros por não terem data fixa ou poderem não se realizar com carácter periódico, tornam-se difíceis de enumerar. Não podemos, no entanto, deixar de os referir como acontecimentos importantes na promoção da imagem da região e no desenvolvimento do turismo regional. Apenas alguns exemplos: Volta ao Alentejo em Bicicleta, Campeonato Indoor Corridas em Patins, Rali Automóveis Antigos Pedras d´El Rei, Provas de Orientação, entre outros;

Baixo Alentejo Mostras Gastronómicas

› O caso das Mostras Gastronómicas também deve ser considerado como importante factor de animação ao nível da restauração associada à divulgação da cultura regional. Alguns exemplos: Semana Gastronómica do Borrego, Semana Gastronómica do Porco, Semana Gastronómica da Caça, Semana Gastronómica de Mértola;

Baixo Alentejo Semanas Culturais

› As Semanas Culturais e as Semanas da Juventude também são acontecimentos que se revestem de importância para os concelhos onde acontecem, pela variedade de actividades que se desenvolvem nesse período. É o caso da Semana Cultural Serrão
Martins, em Mértola, da Quinzena Cultural Primavera do Campo Branco, em Castro Verde e das Semanas da Juventude de Aljustrel, Alvito, Beja, Castro Verde, Cuba, Moura, Serpa e Vidigueira;

Baixo Alentejo Colóquios e Congressos

› Cada vez mais têm assumido importância acrescida a realização de alguns Congressos e Colóquios na nossa região, (sobretudo em Beja). No ano de 2004 tivemos a 1ª Conferência Turismo de Natureza – EDIA, o Encontro de Aprendizes do Contar, o IV Encontro Nacional de Municípios Com Centro Histórico; o Congresso Internacional Ecossistemas Agrícolas e Riqueza Biológica: Principais Ameaças e Medidas de Conservação; Novas Problemáticas na Gestão de Resíduos; entre outros.

Estes são alguns dos eventos que não são discriminados na informação por concelho, mas que, pelas razões apresentadas, importa ter em consideração.
Para obter informações actualizadas sobre estes acontecimentos, aconselhamos uma consulta ao Posto de Turismo.
Continuando a fazer uma incursão pelo Guia, podemos verificar as infraestruturas culturais e desportivas de cada concelho, a sua localização, capacidade e dimensão.
Assim, pretende-se disponibilizar informação que permita a uma entidade que queira desenvolver um projecto desportivo, cultural ou outro, saber em cada concelho os locais que reunem condições para a sua realização.
Por fim, procurámos identificar, em termos de Planos de Ordenamento, os concelhos que têm zonas geográficas específicas para o desenvolvimento de projectos de empreendimentos turísticos e que tipo de apoio as autarquias prestam no sentido de incentivar/apoiar o investimento no sector do turismo no seu concelho.
O Guia foi editado pela primeira vez em Julho de 2001, no entanto com as constantes alterações legislativas tornou-se fundamental proceder à sua actualização, o que levou a uma revisão de quase todo o documento.
Estamos portanto na 2ª edição do Guia desta vez com paginação por capítulos de forma a ser mais fácil a substituição quando surjam alterações.

Vai surgir ainda este ano o Guia on-line para que possa ser consultado no site da Região de Turismo do Baixo Alentejo Planície Dourada (http://www.rt-planiciedourada.pt).
Se, de alguma forma, este Guia puder contribuir para o orientar nas suas decisões de investimento, então é porque conseguimos atingir os nossos objectivos.
Um bom investimento!

Turismo Baixo Alentejo

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